Não desmerecendo homens ótimos que eu tenha encontrado, nem meus parentes queridos, mas têm 6 homens de vital importância na minha vida.
O primeiro eu só lamento os anos que demorei pra entender que a pessoa nos ama do jeito dela, e que não compreendemos este jeito de amar, que brigamos, mas que é um amor sincero, puro e creio que seja o maior amor do mundo. É o meu pai.
O segundo é meu irmão. Não é o filho dos meus pais, mas meus pais vieram a gostar muito dele. E ele tem sido meu fiel escudeiro nos últimos 11 anos (e 1 mes aproximadamente). A única pessoa capaz de me fazer dar gargalhadas quando estou de mau-humor ou chorando. Podemos virar mendigos do caixote de lixo, mas juntos e ele estaria zoando tudo e achando graça da nossa miséria.
Roberto, até no nome somos iguais. Nos conhecemos por meio de um terceiro (que nem tenho mais contato) em 1999, num momento bem ruim pra mim. Roberto esteve do meu lado nas horas felizes, de crise, de desespero, das gargalhadas, durate o tédio, de conversas sérias ou sobre uma árove. Tenho toda confiança nele e ele sabe da minha vida mais do que qualquer outra pessoa. E nunca nos vimos pessoalmente. Mas é mais do que um amigo e eu o amo imensamente.
Um nome angelical, um rosto angelical e um jeito não tanto, mas um braço aberto que sempre me recebeu. Mesmo que não tenhamos andado juntos direto, ao longo dos anos, muitos laços foram desfeitos e os com ele fortaleceram. Me acolheu em sua casa em momentos difíceis, filosofamos, rimos, cantamos, lamentamos, enfim, tudo que um amigo pode oferecer. E é ele um dos poucos que entende minhas nóias.
Diz-se que Deus criou Adão. E no momento que eu o encontrei houve uma conexão. Parados naquele corredor, o cara que acabei de conhecer estava me fazendo dar gargalhadas e ele estava fazendo graça do meu gosto incomum. Mantivemos pouco contato após aqueles dias, mas foi naquele "ainda quer tomar aquele café?" e o café que não foi um café, e nunca mais nos largamos e sem segundas intenções. Duas pessoas incomuns que não curtem coisas "comuns" num castelo de areia, rindo de conversas inapropriadas. Todos os momentos que passamos juntos - que não foram poucos - ficam na lembrança. Meu celular está tão silencioso sem suas mensagens e é uma perda impreenchível não o ver todo dia. Meu pequeno príncipe, eu ainda te vejo, nem que eu vá até seu planeta.
E foi quando minhas muralhas caíram que ele me segurou. Aquele telefonema as 4 horas da manhã e naquela conversa ele mudou minha vida. Foi e é minha cidadela. E mesmo se o destino for cruel e o tempo apagar nós dois, aqueles olhos que mudam de cor, o sorriso sincero e raro dele num verão turbulento, valeram cada segundo. E eu rezo que Deus nunca nos separe.
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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Ana bahbk malak
"Então você também é daqui?!"
Aquela pessoa que idealizei e achava que nunca ia encontrar, ele era bem parecido. E aquele telefonema lacrimejoso 4 horas da manhã foi uma razão pra viver outros minutos e a esperança que teima em morrer. Me fez rir e me fez chorar como nunca senti nada igual. Dividiu minhas lágrimas e me entendeu, quando eu precisei, mudou minha vida. E, mô, compreensão assim e tanta semelhança eu nunca tive em ninguém.
Difícil é encontrar tudo em alguém e não ter perspectiva; acho que estar sempre no pólo errado é meu carma. E, se destino é a gente que faz, o meu sempre entorna e se perde no caminho.
Só me resta ouvir um HCM.
Aquela pessoa que idealizei e achava que nunca ia encontrar, ele era bem parecido. E aquele telefonema lacrimejoso 4 horas da manhã foi uma razão pra viver outros minutos e a esperança que teima em morrer. Me fez rir e me fez chorar como nunca senti nada igual. Dividiu minhas lágrimas e me entendeu, quando eu precisei, mudou minha vida. E, mô, compreensão assim e tanta semelhança eu nunca tive em ninguém.
Difícil é encontrar tudo em alguém e não ter perspectiva; acho que estar sempre no pólo errado é meu carma. E, se destino é a gente que faz, o meu sempre entorna e se perde no caminho.
Só me resta ouvir um HCM.
domingo, 12 de julho de 2009
Reflexão
"vim no onibus pensando... afinal, que necessidade é essa que as pessoas tem de namorar?estraga TUDO"
Resposta:
Também não sei. Pergunta p minha (nome aki), ela n sabe ficar sem namorado. Eu sou o contrário, (falou a q n tem experiência, mas tá valendo) gosto d ficar solteira. Eu n tenho paciência p namoro. Quantas vezes vc vê negozin meio chateado (ou totalmente puto) pq tem q ir na festinha do avô centenário ou do amigo pentelho do namorado/a sem querer ir?! Eu posso ser até egoísta nesse ponto, mas n vou e ponto! Outra coisa, e acho q a principal: pq as pessoas namoram se não vão ser fiéis? Qto mais eu conheco homens, mulheres e bichas, mais eu constato que ninguém presta. Negozin mente, chifra etc. Não é melhor ficar solteiro e pegar geral sem fazer ninguém de babaca? Depois ainda fica com fama de rodado. Outra parada que me irrita: gente que comeca a namorar e eskece dos amigos. Depois que leva o pé das nádegas vai correndo pros amigos. (ofensinha aqui!) Eu acho q ser solteiro é mais feliz. Vai viajar no fim de semana sem ter q conversar com o namorado pq é vacilo deixar ele sozinho e bibibi, n ter q discutir relacionamento, disconfiar se tá sendo chifrado, fica com quem quiser qd quiser e n deve satisfacoes, não precisa vetar sair com os amigos pq o namorado não gosta de cinclano, n suporta beltrano e tem rabo preso com fulano.
Ah, realmente, estragada tudo.
E temos dito.
Se eu conhecer um emo legal e hétero, quem sabe eu n mudo d ideia?
=*
Solteira Feliz
Resposta:
Também não sei. Pergunta p minha (nome aki), ela n sabe ficar sem namorado. Eu sou o contrário, (falou a q n tem experiência, mas tá valendo) gosto d ficar solteira. Eu n tenho paciência p namoro. Quantas vezes vc vê negozin meio chateado (ou totalmente puto) pq tem q ir na festinha do avô centenário ou do amigo pentelho do namorado/a sem querer ir?! Eu posso ser até egoísta nesse ponto, mas n vou e ponto! Outra coisa, e acho q a principal: pq as pessoas namoram se não vão ser fiéis? Qto mais eu conheco homens, mulheres e bichas, mais eu constato que ninguém presta. Negozin mente, chifra etc. Não é melhor ficar solteiro e pegar geral sem fazer ninguém de babaca? Depois ainda fica com fama de rodado. Outra parada que me irrita: gente que comeca a namorar e eskece dos amigos. Depois que leva o pé das nádegas vai correndo pros amigos. (ofensinha aqui!) Eu acho q ser solteiro é mais feliz. Vai viajar no fim de semana sem ter q conversar com o namorado pq é vacilo deixar ele sozinho e bibibi, n ter q discutir relacionamento, disconfiar se tá sendo chifrado, fica com quem quiser qd quiser e n deve satisfacoes, não precisa vetar sair com os amigos pq o namorado não gosta de cinclano, n suporta beltrano e tem rabo preso com fulano.
Ah, realmente, estragada tudo.
E temos dito.
Se eu conhecer um emo legal e hétero, quem sabe eu n mudo d ideia?
=*
Solteira Feliz
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
"I know it's mad but if I go to hell will you come with me or just leave me?"
Não sei o problema em ser solteira. Eu sou e gosto muito de ser. Não tenho muita paciência pra fazer programinhas chatos pra fazer companhia ao namorado e também sou partidária do clube do "quero meus amigos solteiros". Detesto ter que ligar pra alguma amiga ou amigo e ouvir "não dá, vou sair com meu namorado/a".
Passei tanto tempo encalhada que já acustumei e não esquento. Também desencanei de ligar pras pessoas que vão sair com seus namorados. Até que um dia desencanei de ligar pra qualquer um, nunca tinha companhia mesmo, afinal não vou sair pra balada, não gosto de pegacão e nunca tinha dinheiro.
Não sou gatinha, tenho mais celulite do que pele, tenho estrias e não gosto nada do meu corpo. Sou gordinha e não consigo fazer dieta, como compulsivamente, sou chocólatra e ninguém leva essas coisas a sério, também não estou pedindo que levem. Sou neurótica mesmo e daí?, também já faz tempo que parei de falar dos meus sentimentos pros outros. Afinal a solidão é minha velha companheira. Só tem um amigo que eu conto tudo e sabe todas as coisas, um cara muito legal que me conhece profundamente, muito mais do que eu mesma, um cara chamado Jesus. É o único mesmo que sempre esteve lá nas minhas muitas horas sem nenhum amigo por perto, jogando The Sims. A propósito, preciso de um outro pc pra reinstalá-lo, estou com saudades.
Hm, do que mesmo eu falava nesse post? Ah sim, do solteirismo crônico. Não acredito em "The One" e menos ainda que um dia eu vá achar quem me queira do jeito que eu sou. E tentativas de consolo do gênero "mas fulaninho já chegou em você" por favor né?! Aquelas pessoas de fim de noite que nem sabem se estão chegando em homem ou mulher. Deu pra entender né?! Não acho que aparência seja um "must be", afinal de contas nunca achei meu loiro de olhos azuis, magro esquelético com cabelo meio emo e que tenha p mesmo gosto musical que eu e nem preciso passar linhas descrevendo uma personalidade e mais impossível ainda, e que me ature. Não acho sexo a melhor coisa do mundo, não sou lésbica, apenas vivo bem solteira. Bom para mim. Menos uma razão para ser triste.
A única coisa que faz falta é de ter alguém por perto, afinal quando todos estão com alguém, eu nunca tive o meu alguém. Sinto mais falta de ter alguém pra conversar do que de ter um namorado. Afinal não tinha como trazer minha pscicóloga comigo. E assim sigo enfrente, conversando sozinha e com aqueles que moram na minha cabeca em algum lugar nesse quarto 9h da tarde. E eu tenho certeza que a Solidão estará lá, sempre com um abraco amigo.
Passei tanto tempo encalhada que já acustumei e não esquento. Também desencanei de ligar pras pessoas que vão sair com seus namorados. Até que um dia desencanei de ligar pra qualquer um, nunca tinha companhia mesmo, afinal não vou sair pra balada, não gosto de pegacão e nunca tinha dinheiro.
Não sou gatinha, tenho mais celulite do que pele, tenho estrias e não gosto nada do meu corpo. Sou gordinha e não consigo fazer dieta, como compulsivamente, sou chocólatra e ninguém leva essas coisas a sério, também não estou pedindo que levem. Sou neurótica mesmo e daí?, também já faz tempo que parei de falar dos meus sentimentos pros outros. Afinal a solidão é minha velha companheira. Só tem um amigo que eu conto tudo e sabe todas as coisas, um cara muito legal que me conhece profundamente, muito mais do que eu mesma, um cara chamado Jesus. É o único mesmo que sempre esteve lá nas minhas muitas horas sem nenhum amigo por perto, jogando The Sims. A propósito, preciso de um outro pc pra reinstalá-lo, estou com saudades.
Hm, do que mesmo eu falava nesse post? Ah sim, do solteirismo crônico. Não acredito em "The One" e menos ainda que um dia eu vá achar quem me queira do jeito que eu sou. E tentativas de consolo do gênero "mas fulaninho já chegou em você" por favor né?! Aquelas pessoas de fim de noite que nem sabem se estão chegando em homem ou mulher. Deu pra entender né?! Não acho que aparência seja um "must be", afinal de contas nunca achei meu loiro de olhos azuis, magro esquelético com cabelo meio emo e que tenha p mesmo gosto musical que eu e nem preciso passar linhas descrevendo uma personalidade e mais impossível ainda, e que me ature. Não acho sexo a melhor coisa do mundo, não sou lésbica, apenas vivo bem solteira. Bom para mim. Menos uma razão para ser triste.
A única coisa que faz falta é de ter alguém por perto, afinal quando todos estão com alguém, eu nunca tive o meu alguém. Sinto mais falta de ter alguém pra conversar do que de ter um namorado. Afinal não tinha como trazer minha pscicóloga comigo. E assim sigo enfrente, conversando sozinha e com aqueles que moram na minha cabeca em algum lugar nesse quarto 9h da tarde. E eu tenho certeza que a Solidão estará lá, sempre com um abraco amigo.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
A quoi bon les sanglots inonder les coussins?
Eles passaram anos juntos, tantos aniversários comemorados com as tortas preferidas dela. Eles conversavam sobre todas as coisas e se viam todos os dias. Ele era só o que interessava pra ela. Ainda pode se lembrar da cena, eles terminados e outra no colo dele no dia seguinte. Ele se arrependeu, voltaram, porque tudo que ele fazia era facilmente perdoável. Ele insistia em dizer que estava indeciso e que não acreditava que um dia eles poderiam voltar a ser o casalzinho feliz que um dia foram. Chega um ponto onde não se tem mais como voltar atrás. Relacionamentos deveriam ter data de validade. Por mais que dissessem que azedou, ela não acreditava.
Como febre depois de uma noite. De repente, ela via tudo o que ele fingia. É triste ver que a pessoa por quem você é tão desesperadamente apaixonada simplesmente não existe mais. Só sobrou aquela casca tão lotada de mentiras.
Depois, ele vem pedindo perdão. Agora ela tinha só o coração seco. Mas por que ele vinha tão tarde? Se outro já tinha tomado o seu lugar na cama dela.
E no final, amor é só uma palavra. Como tantas outras que eles disseram.
Como febre depois de uma noite. De repente, ela via tudo o que ele fingia. É triste ver que a pessoa por quem você é tão desesperadamente apaixonada simplesmente não existe mais. Só sobrou aquela casca tão lotada de mentiras.
Depois, ele vem pedindo perdão. Agora ela tinha só o coração seco. Mas por que ele vinha tão tarde? Se outro já tinha tomado o seu lugar na cama dela.
E no final, amor é só uma palavra. Como tantas outras que eles disseram.
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
"I've been locked inside your heart shaped box for weeks"
Amanhã nunca chegou. Ele pode ser legal, engracado e ainda bonito. O pacote completo pra pessoa errada. Ela precisava de um amigo e ele queria uma vantagem enquanto a colocava no número um. Encontros ocasionais, conversas superficiais, abracos convencionais. Talvez amanhã se vejam de novo, se ele não for atrás do arco-íris. Ela poderia ficar na espera, estava bem guardada no compartimento de amigas com vantagem. Ela podia caber nesse sapato, mas é ruim ficar apertada enquanto ele anda pelos números seguintes. E enquanto a caixa de colecão dele ia aumentando, ela não quis mais ficar alí parada enquanto sentia o cheiro das vantagens que ele chama de amigas.
segunda-feira, 23 de junho de 2008
Achados e perdidos
"Cadê o namorado?"
Pergunta que todo mundo tem que aturar com um risinho amarelo na cara porque sempre tem um familiar naqueles encontros tediosos de família perguntando isso.
Eu não tenho namorado. Todo mundo sabe disso. Acham mesmo que a pergunta ainda tem graça ou que é bonitinha? Se você não namora, não vive? "Nem um ficantezinho?" Se eu fosse aquelas que ficam/transam com o deus e o mundo, o babaca da pergunta ia se dar por satisfeito porque tenho pelo menos um ficantezinho? E esse "inho" de desprezo no final... eu não finjo sorririsinhos amarelinhos. Eu gosto do solteirismo. Tem gente que se não namora, sobe pelas paredes tamanha necessidade de companhia ou seja lá do que for. Muitos casos, falta de amor próprio. Acho engraçado, muitas pessoas começam a namorar e esquecem dos amigos. Muitas pessoas quando começam a namorar e param de sair, alegam que solteiro sai mais. Pra pegar geral (como se diz vulgarmente por aí)? E qual é a graça disso? Eu não vejo, não gosto de trocar beijos e amassos com alguém que não tenho a menor ideia de quem seja e isso não me faz ter doces sonhos ao chegar em casa ãs 7h da manhã, afinal tive que esperar o primeiro onibus pra voltar da noitada. Eu já passei dessa fase , a de ficar ficando então nunca tive. Correr o risco sem necessidade, porque é maneiro sair com a galera, encher a cara e pegar geral. Por isso passo meus fins de semana sozinha em casa, porque é unanimidade: quem namorado tá com o parceiro e quem não namora, tá na noitadinha da pegação. Dizem que noitada sem ficar com ninguém é noite perdida, pega-se qualquer um(a) que estiver sozinho, pros moderninhos, pega-se até em trio, quarteto, tanto faz. Estamos passando por uma geração crítica de jovens que não sabem se divertir sem noitada com sexo no banheiro da boite, bebendo até beirar o coma alcóolico, fedendo a cigarro, maconha ou a crack, cheirando cocaína e achando que tá abalando sendo um eterno adolescente rebelde, sem donos e sem moral, beirando os 30 anos de idade.
E a 'velha, chata, nerd e encalhada que desperdiça a juventude' estará confortável em casa na companhia dos livros enquanto a juventude moderna estará amanhã sem levar um trabalho a sério, se desesperando porque estão ficando velhos e não conseguem arrumar um par estável, com medo da AIDS, dependente de tóxicos e perdidos na vida. O mais ironico de tudo isso, é que dirão que sou exagerada, mas pensem o que quiserem, essas coisas acontecem o tempo todo e só não presta atenção quem está ocupado demais pensando na próxima balada.
"Os jovens de hoje não têm honra, ética, nem valores!" A. Busmalis
Pergunta que todo mundo tem que aturar com um risinho amarelo na cara porque sempre tem um familiar naqueles encontros tediosos de família perguntando isso.
Eu não tenho namorado. Todo mundo sabe disso. Acham mesmo que a pergunta ainda tem graça ou que é bonitinha? Se você não namora, não vive? "Nem um ficantezinho?" Se eu fosse aquelas que ficam/transam com o deus e o mundo, o babaca da pergunta ia se dar por satisfeito porque tenho pelo menos um ficantezinho? E esse "inho" de desprezo no final... eu não finjo sorririsinhos amarelinhos. Eu gosto do solteirismo. Tem gente que se não namora, sobe pelas paredes tamanha necessidade de companhia ou seja lá do que for. Muitos casos, falta de amor próprio. Acho engraçado, muitas pessoas começam a namorar e esquecem dos amigos. Muitas pessoas quando começam a namorar e param de sair, alegam que solteiro sai mais. Pra pegar geral (como se diz vulgarmente por aí)? E qual é a graça disso? Eu não vejo, não gosto de trocar beijos e amassos com alguém que não tenho a menor ideia de quem seja e isso não me faz ter doces sonhos ao chegar em casa ãs 7h da manhã, afinal tive que esperar o primeiro onibus pra voltar da noitada. Eu já passei dessa fase , a de ficar ficando então nunca tive. Correr o risco sem necessidade, porque é maneiro sair com a galera, encher a cara e pegar geral. Por isso passo meus fins de semana sozinha em casa, porque é unanimidade: quem namorado tá com o parceiro e quem não namora, tá na noitadinha da pegação. Dizem que noitada sem ficar com ninguém é noite perdida, pega-se qualquer um(a) que estiver sozinho, pros moderninhos, pega-se até em trio, quarteto, tanto faz. Estamos passando por uma geração crítica de jovens que não sabem se divertir sem noitada com sexo no banheiro da boite, bebendo até beirar o coma alcóolico, fedendo a cigarro, maconha ou a crack, cheirando cocaína e achando que tá abalando sendo um eterno adolescente rebelde, sem donos e sem moral, beirando os 30 anos de idade.
E a 'velha, chata, nerd e encalhada que desperdiça a juventude' estará confortável em casa na companhia dos livros enquanto a juventude moderna estará amanhã sem levar um trabalho a sério, se desesperando porque estão ficando velhos e não conseguem arrumar um par estável, com medo da AIDS, dependente de tóxicos e perdidos na vida. O mais ironico de tudo isso, é que dirão que sou exagerada, mas pensem o que quiserem, essas coisas acontecem o tempo todo e só não presta atenção quem está ocupado demais pensando na próxima balada.
"Os jovens de hoje não têm honra, ética, nem valores!" A. Busmalis
sábado, 14 de junho de 2008
Relacionamentos Modernos
"Uma cena de novela,
uma paixão inesperada
Ela e o namorado dela
Eu e minha namorada
Ela, ela e o namorado dela
Eu e minha namorada"
Uma cena de novela,
uma paixão inesperada
Ela e a namorada dela,
Eu e o meu namorado
Ela, ela e a namorada dela
Eu e o meu namorado
Uma cena de novela,
uma paixão inesperada
Eu e o namorado dela
Ela e minha namorada
Eu, eu e o namorado dela
Ela e minha namorada
uma paixão inesperada
Ela e o namorado dela
Eu e minha namorada
Ela, ela e o namorado dela
Eu e minha namorada"
Uma cena de novela,
uma paixão inesperada
Ela e a namorada dela,
Eu e o meu namorado
Ela, ela e a namorada dela
Eu e o meu namorado
Uma cena de novela,
uma paixão inesperada
Eu e o namorado dela
Ela e minha namorada
Eu, eu e o namorado dela
Ela e minha namorada
terça-feira, 25 de março de 2008
Duc in altum
E então terminou. Até que durou bastante, mas muita distância, muitas barreiras, muitos esforços e sacrifícios seriam necessários. E tanto mar...
Ele nunca saiu do seu porto seguro, tudo poderia ter sido evitado desde o início, se ele tivesse falado que não iria ao auto-mar. Teria sido mais honesto. Mas falar não é da personalidade dele, nem agir. Já ela detestava o marasmo e ficar sozinha no meio do mar se tornou cansativo, solitário. Voltou pro seu canto, mesmo sendo o oposto do outro. Ficaram de "oi, tudo bem? Como vai a vida?" até que essas palavras vão perdendo seus verdadeiros interesses e vão ficando ao longo do mar. E é tanto mar, tanto tempo, que pelo menos nenhuma das partes sofre mais. E então acabou.
Ele nunca saiu do seu porto seguro, tudo poderia ter sido evitado desde o início, se ele tivesse falado que não iria ao auto-mar. Teria sido mais honesto. Mas falar não é da personalidade dele, nem agir. Já ela detestava o marasmo e ficar sozinha no meio do mar se tornou cansativo, solitário. Voltou pro seu canto, mesmo sendo o oposto do outro. Ficaram de "oi, tudo bem? Como vai a vida?" até que essas palavras vão perdendo seus verdadeiros interesses e vão ficando ao longo do mar. E é tanto mar, tanto tempo, que pelo menos nenhuma das partes sofre mais. E então acabou.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
Sobre os gatos.
Foi tudo muito simples.
Ninguem chorou ou guardou mágoa alguma.
Ninguém quis voltar.
Ninguém se arrependeu.
E foi tão simples que podia parecer mal explicado.
Mas ninguém se importava.
Tão simples que as frases não tinham mais que três palavras.
Que não foi necessário mais que um minuto.
Ninguem chorou ou guardou mágoa alguma.
Ninguém quis voltar.
Ninguém se arrependeu.
E foi tão simples que podia parecer mal explicado.
Mas ninguém se importava.
Tão simples que as frases não tinham mais que três palavras.
Que não foi necessário mais que um minuto.
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
"Não quero mais"
Ela devia ter uns 9 anos, ele a mesma idade. Estudavam no mesmo colégio, ele veio transferido de Minas, ela sempre tinha morado ali. Ela sentava na primeira
carteira, ele na última. Ela sempre olhava pra ele, ele nunca olhava pra ela.
Amor de criança é sempre assim, meio desencontrado. Deve ser pra dar tempo de amadurecer a idéia ou simplesmente para frustrar desde cedo. Calejar o coração.
Ela era tímida e por mais de um ano não disse nada. Depois de um passeio da escola e ele finalmente olhou pra ela. E ela soube. Masa timidez foi sempre um fantasma entre os dois. Quando no último dia de aula ele quis saber se ela gostava dele, ela simplesmente não conseguiu responder. E recebeu um terrível bilhete. Devidamente rasgado. Foi atrás dele, mas a timidez ainda estava lá e ela não conseguiu dizer metade das palavras que gostaria.
Acho que ela queria dizer o quanto ela gostava dele, o quanto ela queria ficar ao lado dele, que aqueles três meses de férias seriam torturantes, que quando ela o via chegava a tremer, que as palavras fugiam... e por isso mesmo não conseguiu dizer nada.
Mudaram ambos para o mesmo colégio no ano seguinte. Mas que diferença isso fez? Se agora até a turma deles não era a mesma. A distância só aumentava e a timidez sempre foi a aura dela. Em três anos, quantas foram poucas as vezes que conversaram? Mas ela nunca conseguia se interessar por alguem, por causa dele.
Mesmo que ele não se importasse, mesmo que para ele já não fizesse diferença alguma. Os sentimentos dela nunca diminuíram, nem um pouco. Ele era a dor que a acompanhava durante todos os seus dias. Até que um dia resolveu abandonar tudo aquilo, cansou. Saiu do colégio. Tentou se interessar por outras pessoas. Mas ele estava sempre lá.
Até que um dia, ela finalmente amava outro, mas deu uma certa nostalgia. Queria vê-lo mais uma vez, resolveu ligar, afinal o telefone dele jamais esqueceria. Foi bem recebida, viraram amigos, melhores amigos eu diria. E tiveram seis meses de Rurouni Kenshin, Siam Shade, The pillows, Mac aos sábados, e mais um monte de coisas, que ele provavelmente nem se lembra mais.
Ela estava finalmente apaixonada por outro, quando escutou "namora comigo". Estava ali, na frente dela a frase que ela esperou durante 5 anos, o sentimento que ela sempre desejou dele, sempre, mas não mais. E ela recusou. Continuavam amigos... Depois dela já recuperada. Desejar alguem durante tanto tempo, tornou as coisas muito turvas, perdeu de vista quem ele realmente era, de tanto que idealizou. Não souberam lidar com o namoro, muito menos com o término, durou só dois meses. Secou.
Hoje em dia estão felizes, distantes e não trocam sequer uma palavra.
carteira, ele na última. Ela sempre olhava pra ele, ele nunca olhava pra ela.
Amor de criança é sempre assim, meio desencontrado. Deve ser pra dar tempo de amadurecer a idéia ou simplesmente para frustrar desde cedo. Calejar o coração.
Ela era tímida e por mais de um ano não disse nada. Depois de um passeio da escola e ele finalmente olhou pra ela. E ela soube. Masa timidez foi sempre um fantasma entre os dois. Quando no último dia de aula ele quis saber se ela gostava dele, ela simplesmente não conseguiu responder. E recebeu um terrível bilhete. Devidamente rasgado. Foi atrás dele, mas a timidez ainda estava lá e ela não conseguiu dizer metade das palavras que gostaria.
Acho que ela queria dizer o quanto ela gostava dele, o quanto ela queria ficar ao lado dele, que aqueles três meses de férias seriam torturantes, que quando ela o via chegava a tremer, que as palavras fugiam... e por isso mesmo não conseguiu dizer nada.
Mudaram ambos para o mesmo colégio no ano seguinte. Mas que diferença isso fez? Se agora até a turma deles não era a mesma. A distância só aumentava e a timidez sempre foi a aura dela. Em três anos, quantas foram poucas as vezes que conversaram? Mas ela nunca conseguia se interessar por alguem, por causa dele.
Mesmo que ele não se importasse, mesmo que para ele já não fizesse diferença alguma. Os sentimentos dela nunca diminuíram, nem um pouco. Ele era a dor que a acompanhava durante todos os seus dias. Até que um dia resolveu abandonar tudo aquilo, cansou. Saiu do colégio. Tentou se interessar por outras pessoas. Mas ele estava sempre lá.
Até que um dia, ela finalmente amava outro, mas deu uma certa nostalgia. Queria vê-lo mais uma vez, resolveu ligar, afinal o telefone dele jamais esqueceria. Foi bem recebida, viraram amigos, melhores amigos eu diria. E tiveram seis meses de Rurouni Kenshin, Siam Shade, The pillows, Mac aos sábados, e mais um monte de coisas, que ele provavelmente nem se lembra mais.
Ela estava finalmente apaixonada por outro, quando escutou "namora comigo". Estava ali, na frente dela a frase que ela esperou durante 5 anos, o sentimento que ela sempre desejou dele, sempre, mas não mais. E ela recusou. Continuavam amigos... Depois dela já recuperada. Desejar alguem durante tanto tempo, tornou as coisas muito turvas, perdeu de vista quem ele realmente era, de tanto que idealizou. Não souberam lidar com o namoro, muito menos com o término, durou só dois meses. Secou.
Hoje em dia estão felizes, distantes e não trocam sequer uma palavra.
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
"Estou com medo de me apaixonar, mas ele é lindo, loiro, surfista..."
E assim começou mais uma linda história de amor... Não, não sou eu, não gosto de loiros e muito menos de praia. Mas tem gente que é bem assim, se ele não fosse loiro? E se não fosse lindo? Seria assim também? Por quem ela se apaixona? Por ele ou o estereótipo? Ou é só o doce masoquismo de se ver na mesma situação?
Ele não a ama. Nunca amou. Ele ama a namorada, nunca ela. Ela era a sobremesa, não o jantar. Ela quase morria quando o celular dele tocava e era a oficial. A mentira indisfarçável sua frente incomodava, mas como dizer que eles não teriam futuro? Afinal, para ela hoje era futuro, pois no início era carnaval, festa, cidade pequena,bloco de rua, chuva, multidão. Só depois ele conheceu aquela que se tornou eterna em sua vida, e que não era ela. Tinha ficado esquecida em algum lugar da sua memória, até que resolvesse retornar.
Anos depois e um relacionamento escondido era futuro e poderia dar certo. Mas é difícil negar que ele só quer te comer quando ele resolve te chamar para ir em um motel, não é? Triste não? Ser menos importante.
E ela começou outra vez: conheceu outro lindo, loiro, surfista e estava com medo de se apaixonar. Medo de se apaixonar. Frase que só diz quem já está apaixonado. Talvez o correto fosse dizer "estou com medo de cair na mesma merda de novo"
Às vezes, nem era mais a namorada dele, porque dessa vez ele não tinha namorada, era o descomprometimento dele. "Eu gosto de você, mas não quero namorar agora." E quando termina o agora? Ela queria ficar com ele, a exclusividade que a palavra namoro trazia, mas abria mão daquilo que queria só porque se tentasse ir além perderia o pouco que tinha. A lógica do não quero perder o que não tenho. Mais fácil acreditar no discurso sobre não fazer promessas dele, afinal quem não faz promessas pode sempre dizer "eu nunca te prometi nada" e assim se expiar de toda a culpa, afinal ela se apaixonou porque quis. Ele nunca disse que queria mais do que aqueles esporádicos encontros, quem imaginou isso foi ela. E não era a primeira vez que ela fantasiou alguem.
E aquilo se arrastou por mais de um ano, agora ela era a namorada e tinha toda a exclusividade que ela sempre quis, mas de que adianta exclusividade se não se tem o amor dele? Porque ele não queria amor, não queria reciprocidade na integra apaixonada dela, não queria fazer parte da vida, partilhar alegrias, tristezas, dificuldades, doenças. Ela não escutou em todo esse tempo um "te amo". E finalmente a frase que ele encontra pra dizer é "Estou indo viajar, preciso me encontrar". Até que a morte os separe nao era pra ele. Nem até o sol raiar amanhã. E ele então viajou e ela ficou sozinha, sofrendo mais uma vez seu amor não compensado.
Por que o não loiro, não lindo, não surfista do passado não teve a mesma sorte. Ela nunca realmente se apaixonaria por ele.
Ele não a ama. Nunca amou. Ele ama a namorada, nunca ela. Ela era a sobremesa, não o jantar. Ela quase morria quando o celular dele tocava e era a oficial. A mentira indisfarçável sua frente incomodava, mas como dizer que eles não teriam futuro? Afinal, para ela hoje era futuro, pois no início era carnaval, festa, cidade pequena,bloco de rua, chuva, multidão. Só depois ele conheceu aquela que se tornou eterna em sua vida, e que não era ela. Tinha ficado esquecida em algum lugar da sua memória, até que resolvesse retornar.
Anos depois e um relacionamento escondido era futuro e poderia dar certo. Mas é difícil negar que ele só quer te comer quando ele resolve te chamar para ir em um motel, não é? Triste não? Ser menos importante.
E ela começou outra vez: conheceu outro lindo, loiro, surfista e estava com medo de se apaixonar. Medo de se apaixonar. Frase que só diz quem já está apaixonado. Talvez o correto fosse dizer "estou com medo de cair na mesma merda de novo"
Às vezes, nem era mais a namorada dele, porque dessa vez ele não tinha namorada, era o descomprometimento dele. "Eu gosto de você, mas não quero namorar agora." E quando termina o agora? Ela queria ficar com ele, a exclusividade que a palavra namoro trazia, mas abria mão daquilo que queria só porque se tentasse ir além perderia o pouco que tinha. A lógica do não quero perder o que não tenho. Mais fácil acreditar no discurso sobre não fazer promessas dele, afinal quem não faz promessas pode sempre dizer "eu nunca te prometi nada" e assim se expiar de toda a culpa, afinal ela se apaixonou porque quis. Ele nunca disse que queria mais do que aqueles esporádicos encontros, quem imaginou isso foi ela. E não era a primeira vez que ela fantasiou alguem.
E aquilo se arrastou por mais de um ano, agora ela era a namorada e tinha toda a exclusividade que ela sempre quis, mas de que adianta exclusividade se não se tem o amor dele? Porque ele não queria amor, não queria reciprocidade na integra apaixonada dela, não queria fazer parte da vida, partilhar alegrias, tristezas, dificuldades, doenças. Ela não escutou em todo esse tempo um "te amo". E finalmente a frase que ele encontra pra dizer é "Estou indo viajar, preciso me encontrar". Até que a morte os separe nao era pra ele. Nem até o sol raiar amanhã. E ele então viajou e ela ficou sozinha, sofrendo mais uma vez seu amor não compensado.
Por que o não loiro, não lindo, não surfista do passado não teve a mesma sorte. Ela nunca realmente se apaixonaria por ele.
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terça-feira, 9 de outubro de 2007
Mesmo eu sabendo que você não poderia estar lá
Mesmo eu sabendo que não era você alí comigo, eu me deixei levar. Procurar por um amor fácil, por alguns minutos, algumas horas talvez. É ruim estar sozinha, tão sozinha que se torna carente e cai nos braços de alguém tão facilmente. Mas, que coisa, não parei de pensar em você um minuto, o tempo todo, queria que você fosse quem estivesse alí. Mesmo o tempo não trabalhando a nosso favor, eu sempre lembro de você nas pequenas coisas, te procuro nos simples fatos mesmo sabendo que você não está em qualquer lugar, nem em todos ao mesmo tempo, nem ao menos tenha estado alguma vez. Mas eu sinto sua falta. Não quero qualquer um, não quero qualquer companhia, mais uma, menos uma, tanto faz. Qualquer quarto, uma cama para deitar. Não. Queria que fosse você. E é por isso que esta noite me sinto tão vazia. Queria dormir em seus braços, olhar com sinceridade no seu rosto, nos seus olhos e saber que você - não algúem, mas você - me ama. E sentir que estaria tudo bem e que tudo ficaria bem, que estaríamos assim, juntos em corpo e em sentimentos para sempre. Mesmo sabendo o que para sempre pode acabar com o amanhacer. Hoje estamos longe, procurando um o outro em outras bocas, mas sem abraços, sem amor de verdade. Amor de verdade... só sei que existe porque senti em você. Eu queria estar com você agora e dizer que farei com isso seja eterno para nós dois, que te amaria para sempre porque é você em quem eu penso em todos os momentos, ainda que estejamos sendo jogados de um lado para o outro nas mãos do tempo, da dor... da vida. Até quando?
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