Todo ano no Brasil, na época do Natal, a rede Globo passa "Esqueceram de Mim". Seja o primeiro ou o segundo, é tão certo de passar quanto a Missa do Galo (nunca entendi esse nome). Esse ano deve ter passado, e , como não estou lá pra assistir, porque eu adoro, eu e meu colega Alfredo assistimos no avião enquanto íamos como passageiros (a trabalho) prum lugar longe.
Eu lembro que no Natal de 2005 passei sozinha na Alemanha e por lá tbm passaram Esqueceram de Mim 2 e eu chorei quando o Kevin está na árvore do Rockfeller Center e pede pra ver a família dele nem que fosse por um segundo. Eu também queria ter uma estrela da sorte pra pedir isso neste Natal. E minha igreja... que saudade que eu sinto da minha paróquia e do meu pároco (Salesianos de Dom Bosco com muito amor!), das missas de domingo e principalmente nessa época de Natal. Também gosto da ceia de Natal, como diria minha amiga Cristiane, onde se come tanto que sai da mesa engatinhando (lol), do pavê que minha mãe faz e do chester (que eu sempre faco corelacão com o vocal do Linkin Park e lamento o nome culinário dele).
Passei 4 dias consecutivos olhando p cara de Alfredo e foi uma boa companhia enquanto voávamos por países distantes. E quem mais assiste Esqueceram de Mim (1) no avião e ainda ri do ladrão magrino??! Confesso que curto esse filme e adoro o ladrão magrinho e dou gargalhadas dele. E assim sendo, já que não vou passar o Natal no Rockfeller Center igual ao Kevin, desejo a todos um Feliz Natal!
Mostrando postagens com marcador festas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador festas. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
sexta-feira, 11 de abril de 2008
"Vou passar aí pra te deixar o convite... você vai né?"
Batizado, chá de panela, casamento e colação de grau. Não necessariamente nessa ordem, mas são chatices que todo mundo (ou quase mundo, para os sortudos que nunca passaram por isso) passa. Batizado não me refiro ao meu, até porque fui batizada bebê e ,obviamente, não lembro. Mas batizado alheio é um pé no saco, principalmente se for de bebê e pior ainda quando são muitos e fica aquela choradeira na igreja. Sinceramente, não sei porque os pais tem q chamar a família inteira e todos os amigos - e fazer questão da presença! - prum batizado. Alegrem-se eles mesmos com o evento e poupem os outros disso! E normalmente são sábado de manhã, ou chovendo ou calor de 40oC!
Casamento é quase a mesma coisa. Os noivos mandam convite pra Deus e o mundo e fazem questão de presença. Exceto pra quem está casando e pros emotivos mais chegados, a grande maioria acha chatíssimo ficar ouvindo o juiz de paz, o pade, o pastor, ou rabino ou seja quem for o celebrante ficar discursando sobre casamento. Às vezes até é bonito, mas chegar no encontro familiar levando o DVD (ou VHS pros mais antigos) do casamento como se todo mundo estivesse interessado em assistir, é demais. A cerimônia é que nem vestibular, ninguém quer fazer duas vezes. As pessoas, exceto as que não saem de fininho, ficam pra ver por educação, quase morrendo de tédio. Assim como ficaram na igreja... só pensando na festa. Festa é a única parte que os convidados querem ir. Acho deselegante convidar apenas pra cerimônia.
Também penso o mesmo em relação a colação de grau. Todo mundo é convidade pra entrega dos diplomas da galerinha jogando aquele chapeuzinho ridículo e achatado pro alto, que nem filme de Sessão da Tarde, mas quase ninguém é convidado pra festa. Colação de grau acho que ganha o Prêmino da Chatice do Universo. Não é absolutamente nada legal pra ninguém, tenho minhas suspeitas que até pro formando deve ser chato. Pior ainda quando é colação de grau de Direito e o nome da pessoa é Vivian (baseado em fatos reais). E você chega cedo pra pegar cadeira, o evento atrasa (ó novidade), cada professor, reitor, orientador, faxineiro, Zé Bolinha, orador e etc discursa uns 10 minutos, você fica lá até o final bocejando pra abraçar seu amigo com um sorriso amarelo e desejar "parabéns!" e aquelas frases-tipo-aniversário que todo mundo sempre fala a mesma coisa e ficar esperando que todo mundo decida onde ir pra bebemorar enquanto você já está alí de saco cheíssimo querendo é matar todo mundo.
Pelo menos do chá de panela os homens escapam. E vocês homens não sabem do que escaparam! Eu sempre achei ridículo chá de panela, que coisa mais imbecil! Fica um monte de mulher casada-wannabe, tia encalhada e tia velha dando palpite, falando de decoração de casa, o que comprou na Casa & Vídeo - ou na Leroy Merlin pros metidos a chique - do marido etc. As desinteressadas que vão por educação (ou obrigação), que não sonham em casar e/ou nem namorado têm, que se contentem em colocar a cadeira estrategicamente ao lado da mesa das comidas que cada uma leva um prato, tipo festinha americana, e fique degustando de torradinha com 30 variações de pastinhas e variações de bolo Dona Benta: chocolate, milho, fubá... Porque ninguém leva salgadinho e vodka pra essas coisas???!!! A pior parte, onde se atinge o ápice da chatice, principalmente pros nada humarados, como eu, é a dos presentes. A mulherada embrulha toscamente o presente que comprou na lista da noiva, que fica vedada no meio da rodinha e tem que descobrir o que é. O objetivo é embrulhar o presente de forma tosca e zoada exatamente pra que a noiva pagando-de-babaca não descubra e pague mico, sendo pintada ou seja lá as modalidades que inventam. Francamente, não tem nada mais babaca (pra não falar palavras de baixo calão) que isso. Cadê o senso do ridículo?
Porque as pessoas continuam fazendo essas coisas e não se tocam? E ainda reclamam quando os entiados como eu, e provavelmente todos que concordam, saem de fininho do chamado evento ou arrumamos uma desculpa esfarrapada pra não ir. Ou sendo bem franco: Não vou porque é uma chatice!!!!!! Ponto.
Casamento é quase a mesma coisa. Os noivos mandam convite pra Deus e o mundo e fazem questão de presença. Exceto pra quem está casando e pros emotivos mais chegados, a grande maioria acha chatíssimo ficar ouvindo o juiz de paz, o pade, o pastor, ou rabino ou seja quem for o celebrante ficar discursando sobre casamento. Às vezes até é bonito, mas chegar no encontro familiar levando o DVD (ou VHS pros mais antigos) do casamento como se todo mundo estivesse interessado em assistir, é demais. A cerimônia é que nem vestibular, ninguém quer fazer duas vezes. As pessoas, exceto as que não saem de fininho, ficam pra ver por educação, quase morrendo de tédio. Assim como ficaram na igreja... só pensando na festa. Festa é a única parte que os convidados querem ir. Acho deselegante convidar apenas pra cerimônia.
Também penso o mesmo em relação a colação de grau. Todo mundo é convidade pra entrega dos diplomas da galerinha jogando aquele chapeuzinho ridículo e achatado pro alto, que nem filme de Sessão da Tarde, mas quase ninguém é convidado pra festa. Colação de grau acho que ganha o Prêmino da Chatice do Universo. Não é absolutamente nada legal pra ninguém, tenho minhas suspeitas que até pro formando deve ser chato. Pior ainda quando é colação de grau de Direito e o nome da pessoa é Vivian (baseado em fatos reais). E você chega cedo pra pegar cadeira, o evento atrasa (ó novidade), cada professor, reitor, orientador, faxineiro, Zé Bolinha, orador e etc discursa uns 10 minutos, você fica lá até o final bocejando pra abraçar seu amigo com um sorriso amarelo e desejar "parabéns!" e aquelas frases-tipo-aniversário que todo mundo sempre fala a mesma coisa e ficar esperando que todo mundo decida onde ir pra bebemorar enquanto você já está alí de saco cheíssimo querendo é matar todo mundo.
Pelo menos do chá de panela os homens escapam. E vocês homens não sabem do que escaparam! Eu sempre achei ridículo chá de panela, que coisa mais imbecil! Fica um monte de mulher casada-wannabe, tia encalhada e tia velha dando palpite, falando de decoração de casa, o que comprou na Casa & Vídeo - ou na Leroy Merlin pros metidos a chique - do marido etc. As desinteressadas que vão por educação (ou obrigação), que não sonham em casar e/ou nem namorado têm, que se contentem em colocar a cadeira estrategicamente ao lado da mesa das comidas que cada uma leva um prato, tipo festinha americana, e fique degustando de torradinha com 30 variações de pastinhas e variações de bolo Dona Benta: chocolate, milho, fubá... Porque ninguém leva salgadinho e vodka pra essas coisas???!!! A pior parte, onde se atinge o ápice da chatice, principalmente pros nada humarados, como eu, é a dos presentes. A mulherada embrulha toscamente o presente que comprou na lista da noiva, que fica vedada no meio da rodinha e tem que descobrir o que é. O objetivo é embrulhar o presente de forma tosca e zoada exatamente pra que a noiva pagando-de-babaca não descubra e pague mico, sendo pintada ou seja lá as modalidades que inventam. Francamente, não tem nada mais babaca (pra não falar palavras de baixo calão) que isso. Cadê o senso do ridículo?
Porque as pessoas continuam fazendo essas coisas e não se tocam? E ainda reclamam quando os entiados como eu, e provavelmente todos que concordam, saem de fininho do chamado evento ou arrumamos uma desculpa esfarrapada pra não ir. Ou sendo bem franco: Não vou porque é uma chatice!!!!!! Ponto.
Assinar:
Postagens (Atom)


